Poeira, sendo ela importante...
Tudo o que escrevo é poeira. Sendo assim não sou mais que o ar fino que me passa pelas mãos. Que se ri e diz me que o tempo não volta atrás. Sem piedade arranca me todos os detalhes, todos os pormenores que não são menos vitais que o todo. Todo. Palavra ridícula para quem quer ser poeta.

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