Aprendi muito desde que entrei de braços abertos para este mundo.
Aprendi as coisas mais difíceis da maneira mais difícil.
Aprendi as coisas fáceis da maneira mais adequada.
Se me quiseram meter coisas na cabeça? Quiseram. Todo o tipo de coisas, tudo o que aprendi mas de uma maneira diferente, tudo o que não precisava de saber, tudo o que me seria importante para ver a vida como a vejo hoje.
Só há uma coisa que me ainda afecta por dentro, que me faz tanta confusão que nem paro para pensar e vou a correr ter com essa coisa que nem sei se me faz bem.
Afectas me de uma maneira que nem eu próprio consigo ver.
Como se me metesses um pano preto por cima dos olhos para eu não contemplar as fúrias do mundo, para me proteger, ou para ficares com tudo para ti.
Dás me uma maldição para eu pensar que é uma flor. Dás me uma bênção para eu pensar que é uma tragédia. Confundes me. Trazes me a luz e tiras ma antes de eu sequer ter tido tempo para contempla la. Gozas comigo duma maneira que parece que estás a ser a pessoa mais preocupada comigo. És me nada, um nada (não vazio) que está recheado de surpresas agradáveis e mesquinhas.
Trocava tudo só para estar embrulhado nesse vazio, rodeado de seda branca como um rei sem fato. Fazes me sentir insignificante quando o que mais quero é valor.
Tantas contradições.
Não sei o que tenho que fazer para te desvendar, sou a pior pessoa do mundo quando te digo não. Porque tenho noção que "não" é uma palavra muito forte que não se diz só por dizer, há sempre um sentimento por trás de um "não".
Sentimento esse que é agradavel para passar para trás do teu cerebro e esquecer.
O amor que levo para a vida é rasgado, torturado até tu ouvires o que sempre quiseste saber.
Mantens o meu amor como escravo, porque sabes que podes faze lo feliz ou triste com um simples estalar de dedos.
Como se nada fosse.
Podia ouvir o paraíso se tu deixasses.
Deixa me por favor.
Deixa me olhar para o inferno para saber como é.
Deixa me só sentir o que antes nunca tinha conseguido, todas as emoções que me roubaste.
Por Favor.
Acho que não é pedir muito, ou é?
A matemática da vida é resolver o X do ângulo de 90 graus da linha dos sentimentos.
A física da vida é saber o valor da força com que tu magoas uma pessoa.
A língua da vida é saber com quantas palavras vai se formar uma frase para dizeres tudo o que sentes.
A vida vai ser sempre o teu melhor sensei, vai ser uma "pessoa" fria, poucos sentimentos para demonstrar em ti, e sempre com uma visão extraordinária do teu futuro.
O que tu queres de mim?
O que me pretendes retirar mais?
Diz me o que queres e eu dou te.
Like the puppet to the pupeteer.
2 comentários:
mano, não deixes esse vulto danar o teu pobre "Romeu". Tu és mais e melhor, quando tás bem e tens tanto para dar! A toda a gente! Eu que o diga! depois do tempo que tive sem te ver chamo te mano sem qualquer falsidade, é assim que eu te vejo. Não deixes essa escuridão toldar-te o juízo e consumir-te de forma a tornar te amorfo e fazer-te esquecer das coisas boas. Há sempre coisas boas e um futuro mais brilhante tem de ser construído por nós. Pode ser preciso atravessar um deserto espinhoso e árido, que te pode trazer alguma dor (o "desmame" não é fácil, muito menos quando a droga em questão é o amor). Mas tens quem esteja aqui... Tens me a mim por exemplo. não posso tar contigo pra dizer estas coisas com a frequência que gostaria, mas é sempre isto que penso.
Lembra-te. Quando bates no fundo, o único sentido é para cima.
Abraço ;) (se este texto não for mesmo sobre ti, este comentário não faz sentido nenhum, mas como desconfio que é, publico-o na mesma xD)
Estava a percorrer a blogoesfera e deparei-me com este blogue. Deixo já esclarecido que não te conheço de lado nenhum, por isso não se trata de hate-mail, mas apenas um comentário para quem tem tantas """críticas""" positivas e que precisa de ser confrontado com algo duro e frio: a realidade. Li bastantes textos e, sinceramente, escreves mal. O blogue é uma merda: tipo Paulo Coelho meets Alexandra Solnado meets mau pseudo-escritor... E, honestamente, recomendo-te a aprender a escrever. Já o saber escrever, isso é da pessoa. E tu não tens. Muita treta auto-ajuda, muito pseudo-diferente (mas que é tudo do mesmo molde = mau) e muito pseudo-angustiado. Nunca vi mais treta junta, a começar pelo nome, passando pelo fundo e, quando chegamos aos textos, já sem esperança, descobrimos que consegue ser pior... muito pior. Se fosse a mim, enterrava-me e deixava de escrever publicamente. É um bocado embaraçoso escrever coisas assim... Mas tu é que sabes. Boa sorte com aquilo em que for que sejas bom, ou, vá, razoável, sofrível, porque não será de certeza a escrever.
Nota: normalmente vasculho blogues para encontrar potenciais ou efectivos escritores editáveis (trabalho numa editora), por isso estou habituado a ver muita porcaria, embora muito poucas coisas muito boas e algumas boas. Isto está no limiar da base da tabela de todas as tretas que tenho visto. É muito raro dizer isto, mas esquece a escrita. E se for estilo diário, escreve em papel e não mostres a ninguém. Não te fica bem...
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