O ser humano volta a tona com as ilusões que lhe são fornecidas, talvez
pelo bem que estas não lhe garantem, ou talvez pelo mal constante que lhe é
vangloriado pela força da atracção dos seus fiéis que lhe não são nada.
Tenho que dar os parabéns a estes sentimentos que corroem o corpo de qualquer um, pois estes não são mais que constantes glórias, ambíguas por si só, e indiferentes de espaço, de tempo e de sorte. Sorte esta que não nos deixa em paz, ou falo por mim?
Tenho que dar os parabéns a estes sentimentos que corroem o corpo de qualquer um, pois estes não são mais que constantes glórias, ambíguas por si só, e indiferentes de espaço, de tempo e de sorte. Sorte esta que não nos deixa em paz, ou falo por mim?
Pois não acredito que há um que passou pelo mesmo que eu, que vagueou
pelos mais escondidos traços do mundo e que olhou para trás sem sequer derramar
uma lágrima.
Que mentira.
Tantas lágrimas derramadas fariam um oceano azul claro, avançando para a terra de uma forma estrondosa, ameaçando destruir tudo e todos , como um mal que se abate pela humanidade.
Escrevo este papel com as últimas forças que me restam, sim, uma réstia de amor próprio que nada mais é do que um insecto a rastejar pelas minhas veias, procurando um pedaço de sangue não contaminado para contaminar.
Que mentira.
Tantas lágrimas derramadas fariam um oceano azul claro, avançando para a terra de uma forma estrondosa, ameaçando destruir tudo e todos , como um mal que se abate pela humanidade.
Escrevo este papel com as últimas forças que me restam, sim, uma réstia de amor próprio que nada mais é do que um insecto a rastejar pelas minhas veias, procurando um pedaço de sangue não contaminado para contaminar.
Talvez deva, digamos acabar?
Ou acabar é uma palavra forte?
Uso-a porque já vi seres a usarem esta mesma palavra, e acreditando nela, já a tentando várias e inúmeras vezes, e graças a mim que esta palavra não tem fim.
Mas uma pessoa farta-se do mesmo, e eu fartei me daquilo que desconhecia.
Tomei a liberdade de usar a felicidade, mas desconhecia-a de tal maneira que as minhas saudades inexistentes surgiram.
Estou me a mudar para o meu mundo, a minha terra natal.
Sem poder, sem força, arrasto me sobre este mundo declarando me rei.
Soberano desta maldade, deste desespero corrido ao pontapé por todos os homens que possuem boa vontade sob si próprios.
Saíste-me um inimigo perfeito, talvez um dia eu me vá embora e diga que me desapontaste. que podias ter me acordado, em vez de me deitares no chão e fingires que estou morto.
Não se preocupem, estou a falar comigo mesmo, não tenciono falar mal de ninguém nesta peça.
Agora percebem que tipo de pessoa sou, amarga de boa vontade para mim, pensando que os outros merecem mais que eu, porque? Respondam-me vocês, porque eu até agora não me sinto habilitado.
Alguém acredita em milagres?
Alguém se sente optimista o suficiente para me explicar como?
Talvez eu não tenha razão e armo-me em coitadinho vezes demais.
Mas eu não acho que sou criança o suficiente para ignorar tudo o que acontece a volta de uma pessoa que só quer se sentir bem, e que quis auto controlo sobre a sua vida.
Pergunto me porque escrevo isto, porque inaugurei uma coisa que já tinha enterrado á um vida atrás. E sei perfeitamente que não é por ter começado tudo de novo, porque isso só vai acontecer quando esquecer tudo e todos.
E estou a contar cada dia que passa..
Ou acabar é uma palavra forte?
Uso-a porque já vi seres a usarem esta mesma palavra, e acreditando nela, já a tentando várias e inúmeras vezes, e graças a mim que esta palavra não tem fim.
Mas uma pessoa farta-se do mesmo, e eu fartei me daquilo que desconhecia.
Tomei a liberdade de usar a felicidade, mas desconhecia-a de tal maneira que as minhas saudades inexistentes surgiram.
Estou me a mudar para o meu mundo, a minha terra natal.
Sem poder, sem força, arrasto me sobre este mundo declarando me rei.
Soberano desta maldade, deste desespero corrido ao pontapé por todos os homens que possuem boa vontade sob si próprios.
Saíste-me um inimigo perfeito, talvez um dia eu me vá embora e diga que me desapontaste. que podias ter me acordado, em vez de me deitares no chão e fingires que estou morto.
Não se preocupem, estou a falar comigo mesmo, não tenciono falar mal de ninguém nesta peça.
Agora percebem que tipo de pessoa sou, amarga de boa vontade para mim, pensando que os outros merecem mais que eu, porque? Respondam-me vocês, porque eu até agora não me sinto habilitado.
Alguém acredita em milagres?
Alguém se sente optimista o suficiente para me explicar como?
Talvez eu não tenha razão e armo-me em coitadinho vezes demais.
Mas eu não acho que sou criança o suficiente para ignorar tudo o que acontece a volta de uma pessoa que só quer se sentir bem, e que quis auto controlo sobre a sua vida.
Pergunto me porque escrevo isto, porque inaugurei uma coisa que já tinha enterrado á um vida atrás. E sei perfeitamente que não é por ter começado tudo de novo, porque isso só vai acontecer quando esquecer tudo e todos.
E estou a contar cada dia que passa..
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