People who likes this stuff, dont know why

terça-feira, 7 de junho de 2011

Ausente

Cada um de nós precisa de ajuda.
Ajuda mental ou ajuda física. Podem me explicar a diferença entre as duas ?
Está tudo ligado, o físico não está tão longe do psicológico.
Como o amor, que não está assim tão longe da raiva.
E as vezes eu percebo que é difícil compreender, distinguir as duas coisas.
Que por serem tão diferentes, que até chocam uma com a outra, mas unem-se só para destroçar uma pessoa.

Ficar com nada.
Perder tudo.
Um sonho de uma vida, esquecido, naufragado num mar de rosas.

Não saber o que fazer.
Esconder?
Pedir ajuda?
Não, não vou chatear as pessoas com o meu simples problema.

Está errado.
Pensamento errado.
Tudo errado.
Mas tudo se pode se salvar, não percas a esperança daquilo que imaginaste como sendo uma vida quase perfeita. Uma vida, além de tudo original.

Alguns dizem que tenho coragem para falar.
Mas se não tivermos, estamos perdidos! Portanto não me dão outra alternativa, porque?
Porque eu quero viver, quero mostrar, quero ver, quero descobrir e explorar, quero falar daquilo que sei e daquilo que não sei.

Mas porque tenho que ser o único?
Porque não o podes tu?
Sim, estou a falar contigo.

Não precisas de muito para seres feliz sabes?
Precisas só de umas bases bem fortes, e estar bem preparada para aquilo que vem a seguir.

Pode ferir?
Pode.

Pode te ajudar?
Pode.

A coragem arranja se num sitio escuro, desconhecido, inabitado.
Acho que já sabes onde ir.

E eu sei que tens isso em ti, eu sei que por trás da tua personalidade animada há um monstro que grita para sair.

Deixa-o!
Liberta o para ele se apoderar da tua pessoa, do teu ser e aí...

Aí verás que a força que esse monstro te deu é mais forte do que tu pensavas.
E quando tiveres essa força, acredita que não vai haver ninguém que te vai parar.

Para a lUna, que nas suas preocupações reflecte as minhas.
E que nas minhas respostas reflecte as suas.

6 comentários:

Anónimo disse...

Estava a percorrer a blogoesfera e deparei-me com este blogue. Deixo já esclarecido que não te conheço de lado nenhum, por isso não se trata de hate-mail, mas apenas um comentário para quem tem tantas """críticas""" positivas e que precisa de ser confrontado com algo duro e frio: a realidade. Li bastantes textos e, sinceramente, escreves mal. O blogue é uma merda: tipo Paulo Coelho meets Alexandra Solnado meets mau pseudo-escritor... E, honestamente, recomendo-te a aprender a escrever. Já o saber escrever, isso é da pessoa. E tu não tens. Muita treta auto-ajuda, muito pseudo-diferente (mas que é tudo do mesmo molde = mau) e muito pseudo-angustiado. Nunca vi mais treta junta, a começar pelo nome, passando pelo fundo e, quando chegamos aos textos, já sem esperança, descobrimos que consegue ser pior... muito pior. Se fosse a mim, enterrava-me e deixava de escrever publicamente. É um bocado embaraçoso escrever coisas assim... Mas tu é que sabes. Boa sorte com aquilo em que for que sejas bom, ou, vá, razoável, sofrível, porque não será de certeza a escrever.

Nota: normalmente vasculho blogues para encontrar potenciais ou efectivos escritores editáveis (trabalho numa editora), por isso estou habituado a ver muita porcaria, embora muito poucas coisas muito boas e algumas boas. Isto está no limiar da base da tabela de todas as tretas que tenho visto. É muito raro dizer isto, mas esquece a escrita. E se for estilo diário, escreve em papel e não mostres a ninguém. Não te fica bem...

Dy disse...

Primeiro de tudo tenho de admitir que tiveste a coragem de me dizer a (tua) verdade na minha cara.
E digo te já que este blog foi feito para toda a gente que quiser ver/pensar/modificar algo.
Achas que já não pensei em largar esta merda toda e deixar de escrever once and for all?
Só continuei a escrever porque percebi que tinha ajudado algumas pessoas a ultrapassar certos obstáculos das suas vidas.
E senti me útil pela primeira vez na minha vida.
Soube que havia pessoas que reflectiam nos meus textos e punham se a escrever também, a comentar, e a corrigirem me para eu me tornar numa pessoa melhor.
Achas que isto é para me ficar bem?
Eu estou me completamente a cagar se me fica bem ou não.
E achas que só por me dizeres para esquecer a escrita vou desistir?
Estás completamente enganado.
Espero que alguém te ajude a passar por essa miserável fase que andas a passar , (ou simplesmente se calhar não tens atenção das pessoas)

Nota:Também não te fica muito bem escreveres essas """críticas""".
Não te fica mesmo nada bem.

Inês Teixeira Pinto disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...

Alguém se sentiu extremamente atacado, ao ponto de escrever estas palavras! Alguém sofre e mete-lhe bastante raiva, o que tens conseguido fazer, e a coragem que tens!

Se fosse um parecer educativo e honesto, primeiro reforçava os pontos positivos, que são bastantes. Depois apresentava-se como pessoa, não como anónimo, a esconder-se por detras de uma mascara... mais uma vez falta-lhe a coragem, que tu tens!

A malicia e o ódio contido nas suas palavras são visiveis. É alguém chegado, que te conheçe e fez com o intuito de te maguar.

Soubes-te responder á letra, porque quando fazemos as coisas com o coração, não nos preocupamos em ser perfeitos, procuramos ajudar os outros e ajudar-nos a nós próprios a crescer!

Os comentários distorcidos reforção a verdadeira vontade! Por isso um bem haja a este anónimo sem nome pela provocação e por nos fazer reforçar a nossa vontade...

abr e bjs

Bruno Freitas

Anónimo disse...

Caríssimos, não estou particularmente interessado no que possam pensar. Não vos conheço, ao contrário do que enunciaram, nem foi nenhuma circunstância, negativa nem positiva, da minha vida privada que até aqui me trouxe.
É por isso que Portugal está neste processo de falência: incapacidade de ser criticado e insistir em fazer-se aquilo para o que não se é apto. E são particularmente infeliz os comentários que "reforção" esta insistência. E se achas que isto é útil, se alguém toma isto como útil para "ultrapassar certos obstáculos", então há algo de profundamente errado com o mundo de hoje. Felizmente que não sou o único a pensar assim. Ah, finalmente uma nota não somente para a escrita, mas para as ideias patentes: ri-dí-cu-lo. Se preferem acreditar que a crítica é movida por questões pessoais, são livres para tal, mas creiam que não tenho malícia nem ódio, nem conheço ninguém. Conheço de facto um nome: Teixeira Pinto, mas nenhuma Inês Teixeira Pinto. De facto, se o mundo editorial português está no estado em que está, muito mal, é pela posição oligopolística do Teixeira Pinto e pelas publicações de material de baixa qualidade que se lançam. Toda a gente pode escrever, mas há quem escreva tão mal que não deveria poder fazê-lo. Este presente caso, está ainda além disto. Sem querer ser mais maçador,

Luís Silva
(como devem compreender, não revelo onde trabalho, mas também vos digo que mais três pessoas de três equipas editoriais diferentes pensam que fui brando na crítica e para nem me preocupar em responder; mas vá, é Verão e custa-me pouco, podendo ajudar muitas pessoas a não entupirem a blogoesfera com porcaria sem nível e muitas mais a não se depararem com elas)

Anónimo disse...

Grato pela sua resposta e tempo dedicado!

Estou certo que haverá futuramente, um cuidado maior na elaboração destas ideias soltas.

Realmente é ridículo um rapaz de 15 anos, experimentar exprimir-se entupindo a tão valiosa blogoesfera...
é lamentavel não nascerem já com o conhecimento e arte de escreverem eloquentemente!

Espero que esta critica o fortaleça a melhorar.

Bruno Freitas